Erica Ferrari e a excelência no pós-operatório de cirurgias plásticas

Há profissionais cuja trajetória não nasce de uma decisão abrupta, mas de um acúmulo silencioso de prática. Na reabilitação, onde o tempo do corpo raramente acompanha a ansiedade por resultados, o trabalho exige atenção, leitura clínica e compromisso profissional. É nesse contexto que se constrói a atuação da fisioterapeuta Erica Ferrari.
Formada em Fisioterapia em 2021 pela Faculdade Pitágoras de Linhares, Erica iniciou sua carreira na reabilitação musculoesquelética, com atuação em traumato-ortopedia e pilates. Desde os primeiros atendimentos, passou a lidar com pacientes em diferentes fases de recuperação, acompanhando limites, evolução e resposta ao tratamento.
Com o tempo, o pós-operatório de cirurgias plásticas passou a despertar maior interesse. Após dois anos de atuação clínica, buscou formação específica na área e iniciou o acompanhamento de pacientes submetidas a procedimentos corporais. Os primeiros atendimentos marcaram uma transição que, gradualmente, se tornou central em sua rotina profissional.
Há três anos, Erica atua na Clínica de Fisioterapia Isabelli Casagrande, em Jaguaré, no Norte do Espírito Santo, conciliando atendimentos em pilates com o acompanhamento pós-operatório. “Nem sempre o que está no protocolo funciona igual para todos. A experiência clínica me ensinou a ajustar a conduta conforme a resposta de cada paciente”, relata.
Em setembro do último ano, participou de um curso avançado com a fisioterapeuta Marcieli Martins, referência na área. A formação contribuiu para o refinamento das condutas clínicas e para uma leitura mais criteriosa do pós-operatório ao longo de todo o processo de recuperação.
Na prática clínica, Erica observa que o período pós-cirúrgico vai além da recuperação física. A limitação temporária e a dependência de terceiros para atividades simples tornam esse momento mais delicado também no aspecto emocional. Por isso, o acompanhamento fisioterapêutico cumpre um papel importante ao oferecer segurança e orientação para as pacientes.
Segundo a fisioterapeuta, um dos erros mais comuns no contexto cirúrgico é a negligência do pós-operatório. “Tão importante quanto escolher um bom cirurgião é garantir um pós-operatório de excelência. Essa fase influencia diretamente os resultados finais da cirurgia”, destaca.
Sua atuação acompanha um fluxo constante de pacientes, resultado de indicações recorrentes e da consolidação do seu trabalho ao longo do tempo.

